Distribuidor de Equipamentos Estéticos

Distribuidor de Equipamentos Estéticos Eletroestimulador corporal Ultracavitação Radiofrequência Jato de Plasma



Distribuidor de Equipamentos Dermatofuncional Corrente Russa Lipocavitação Criofrequencia



Distribuidor de Equipamentos Estéticos Eletroestimulador corporal Ultracavitação Radiofrequência Jato de Plasma



Distribuidor de Equipamentos Dermatofuncional Corrente Russa Lipocavitação Criofrequencia



Quem é que resiste a um arroz recém-saído do fogão, bem temperado e soltando fumacinha, soltinho, papa ou ao dente, cada um tem a sua preferencia não é mesmo? Por mais comum que o arroz seja, ainda assim é difícil não colocar algumas colheradas a mais no prato. O arroz é praticamente sagrado em nossas mesas, e uma refeição em que ele não esteja presente parece incompleta e precisa ser muito bem elaborada para não sentirmos falta. Como você deve saber, o arroz branco é a variedade mais comum, mas está longe de ser a única.
Inclusive, você já deve ter ouvido falar que o arroz branco não oferece tantos benefícios à saúde quanto outros tipos desse grão, e isso não é mentira, mais também não é 100% de verdade. Se você não resiste a um e sempre abusa deste cereal, é fundamental conhecer as diferenças entre os principais tipos para tomar a melhor decisão de acordo com o que você busca na sua alimentação.

Arroz branco

É branco, branquinho, bem branquinho mesmo, saboroso, macio e rápido de cozinhar, o arroz branco é o rei entre as variedades desse grão, popular, barato e delicioso, e ainda tem um tempo de vida mais longo do que os outros tipos. Alguns podem conhece-lo por arroz polido, essa variedade passa por um extenso processo de refinamento aonde são removidas as camadas externas do grão integral, conhecidas como pericarpo, tegumento, camada de aleurona e embrião.
O objetivo desse polimento é justamente melhorar o sabor, deixando-o mais palatável, além da aparência e da textura do grão, fica mais delicado e mais agradável ao paladar. Mas, cuidado, embora seja delicioso é muito rico em carboidratos e pobre em nutrientes como vitaminas e mineiras, pois eles são perdidos durante o processo de polimento. Em consequência, ele oferece muitas calorias e poucas propriedades nutritivas.
Para você ter ideia, 100 gramas de arroz branco cozido oferecem 130 calorias, mas fornecem apenas 1,2 mg de ferro (8% das necessidades diárias) e poucas vitaminas, embora forneça 0,2 mg de vitamina B1 (14,8%), 1,5 mg de vitamina B3 (9,2%) e menos de 0,1 mg de vitamina B11 (14,5%).

Dois destaques do arroz branco vão para o selênio e o manganês: 100 gramas fornecem 0,1 mg de selênio (25% das necessidades diárias) e 0,5 de manganês (23,6%).

Arroz parboilizado

Vem da expressão em inglês “partial boiled”, que significa “parcialmente fervido”, é um arroz pré-cozido. Isso quer dizer que, antes do polimento, os grãos passam por uma fervura para que parte dos nutrientes da casca (que seriam perdidos) seja transferida à camada interior, sendo absorvida neste processo. Por isso, os grãos de arroz parboilizados ficam com uma coloração mais amarelada, e eles são considerados uma alternativa mais saudável ao arroz branco, que acaba perdendo todos esses nutrientes e mantem um saber mais agradável, quando comparado ao integral. No processo de parboilização, os grãos passam por três etapas. 

Encharcamento, quando o grão, ainda com a casca, é mergulhado em água quente por algumas horas. Essa etapa permite que uma parte das vitaminas e dos sais minerais da casca seja absorvida pela parte interna do grão.
2 - Gelatinização, quando o arroz ainda úmido é colocado em um ambiente com alta pressão e vapor. Nesse processo, as vitaminas e os sais minerais são fixados nos grãos.
3 - Secagem para que seja posteriormente descascado e polido, da mesma forma que acontece com o arroz branco.

Para podermos comparar, 100 gramas desse tipo de arroz oferecem 123 calorias. Nutricionalmente falando as diferenças são, por ele oferece 0,2 mg de vitamina B1 (19,3% das necessidades diárias) e 0,1 mg de vitamina B11 (20,3%) – o arroz branco fornece um pouco dessas vitaminas também, mas as quantidades representam menos de 15% da necessidade diária.
Em relação à vitamina B3, o arroz parboilizado oferece 2,3 mg, correspondendo a 14,4% das necessidades diárias, enquanto o branco fornece apenas 1,5 mg (9,2%). Vale destacar também o conteúdo de vitamina B6, de 0,2 mg, que corresponde a 11,1% das necessidades. O conteúdo de ferro, por sua vez, é de 1,8 mg, o equivalente a 12,1% das necessidades diárias. A quantidade de selênio fornecida pelo arroz parboilizado é ainda maior do que no arroz branco (31% das necessidades), mas o manganês sofre uma pequena queda: 100 gramas oferecem 0,4 mg desse mineral (17,7%).
O arroz parboilizado é um tipo intermediário entre o arroz branco e o arroz integral e pode ser uma boa opção para quem não se acostuma de jeito nenhum com o integral. Seu cozimento requer um pouco mais de água, leva menos óleo e demora uns minutos a menos.

Arroz integral

A variação mais rica em nutrientes, oferece mais benefícios ao organismo, o arroz integral é o queridinho dos profissionais de nutrição. Ele não passa pelo processo de polimento e, dessa forma, consegue manter todas as suas vitaminas e minerais. O arroz integral consiste no grão em sua forma natural, passando apenas por uma etapa de descascamento. Por isso, ele é uma boa fonte de vitaminas do complexo B, proteínas e minerais, como fósforo, ferro e potássio e leva o nome de integral, pois suas propriedades naturais estão bem preservadas.
Além disso, como outros grãos integrais, esse tipo de arroz é rico em fibras, portanto ele ajuda a regular o funcionamento do intestino e a controlar os níveis de colesterol e açúcar no sangue por ser um carboidrato de baixo índice glicêmico. Ainda, é mais eficiente para manter sensação de saciedade e não forma pico glicêmico, o principal responsável por aquela forme absurda pouco tempo depois das refeições e também pelo acúmulo de gordura na região abdominal.

O arroz integral é um pouco menos calórico que o branco e o parboilizado, oferecendo 112 calorias a cada 100 gramas. Essa mesma quantidade também oferece 45,3% das necessidades diárias de manganês (0,9 mg) e 32,7% das de selênio (menos de 0,1 mg). O cobre (10% das necessidades diárias), o magnésio (14,3%), o fósforo (12%) e o zinco (9%) também se destacam no arroz integral.

E aí? Está pensando em incluir ele na sua dieta? Aproveite essas dicas.

O primeiro passo é utilizar mais água: adicione 2 xícaras e meia de água para cada xícara desse arroz. A segunda dica é estar preparada para aguardar mais tempo para o cozimento, que vai de 30 a 40 minutos.
 

Data: 03/08



Compartilhar: